terça-feira, 21 de maio de 2013

Estado americano de Oklahoma permite abate de cavalos para comer Instalações de processamento ainda precisam de aprovação federal. Ativistas de direitos dos animais foram contrários à nova lei.

 Não quero falar muito sobre isso, mas depois de tantos tornados, será que não é hora de parar Oklahoma e avaliar seus consumos sem pensar na natureza???

abate de cavalos2O Estado americano do Oklahoma deu um passo na sexta-feira (29) n o sentido de permitir que proprietários de animais matem cavalos como alimentos, depois de a governadora assinar um projeto que regulariza a prática. Contudo, as instalações de processamento precisam ser autorizadas pelo governo federal.
A ação da governadora Mary Fallin legaliza o abate de cavalos para que a sua carne seja preparada e embalada para exportação. Contudo, os proprietários que desejarem utilizar a lei precisarão obter uma autorização do Departamento de Agricultura dos EUA, informou Fallin.
O abate de cavalos com fins alimentícios era ilegal no Oklahoma desde 1963 e só era realizado no Texas e em Illinois até uma proibição do Congresso em 2006. O banimento caiu em 2011.
Fallin disse que as instalações de abate no Oklahoma usarão práticas mais humanas do que aquelas no México, porque serão inspecionadas por autoridades federais.
Equino abate matadouroi pequeno 2A carne de cavalo foi pivô de um escândalo que surgiu na Europa em janeiro, quando testes realizados na Irlanda revelaram que alguns produtos vendidos como carne bovina continham DNA equino.
A Sociedade Humana dos EUA e ativistas dos direitos dos animais foram contrários à nova lei do Oklahoma, enquanto os favoráveis dizem que a mudança preserva o direito à propriedade privada e beneficiará os donos de cavalos.

Bem pessoal, quero pedir que assinem aqui a petição para que no Brasil não seja permitido isso, todo mundo vive bem sem carne de cavalo, portanto não podemos liberar isso, muito menos a exportação para esse fim.

http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=P2013N40984


Fonte: Reuters






Nenhum comentário: