sexta-feira, 23 de novembro de 2012

CACHORRO CANSADO É CACHORRO FELIZ


Você acha que seu cachorro tem vida boa, pois tem “casa, comida e roupa lavada”? E, acima de tudo, um dono maravilhoso?
Certamente seu cão adora todas essas regalias e também ter um dono dedicado... Mas, mais do que isso, ms tenha certeza de uma coisa: CACHORRO CANSADO É CACHORRO FELIZ. É claro que quando falamos de “cansaço” estamos nos referindo ao físico e mental, de forma sadia, e não o cansado de não fazer nada, de ficar sozinho o dia todo, de brincar com os mesmos brinquedos e de fazer passeios corridos e irregulares.
Seu cachorro deve ser exercitado e estimulado na medida certa. Os exercícios trazem uma série de benefícios para nós e para nossos amigos de quatro patas: prevenção da obesidade, músculos mais tonificados, fortes e definidos, aumento da capacidade cardiovascular e respiratória, melhora na qualidade do sono, melhora no humor, diminuição de estresse e ansiedade... além de fazer novos amigos humanos e caninos!
A falta de atividade física e mental pode levar o seu amigo de quatro patas a ter comportamentos indesejados, como excesso de latidos e choros, lambeduras compulsivas, comportamento agitado e inquieto e problemas com higiene. Isso sem falar na agressividade que pode ser desenvolvida em relação a outros cães e humanos.
É recomendado fortemente pelos veterinários que os cães passeiem e se exercitem todos os dias e que seja oferecido produtos que farão estes passeios ainda mais proveitosos e divertidos – confira as nossas dicas:

frisbeeFrisbe: Os cães adoram quando vocês jogam alguma coisa para eles buscarem, tem cães que não sabem o que fazer, você pode a princípio passar um patê canino no frisbe e dar para ele cheirar, claro, você não vai lambuzar, mas passar num pedacinho, então vá até o cão e lhe dê um petisco depois de tirar o frisbe dele, tenha um puco de paciência, tem cães que demoram um pouco mais que os outros, mas aos poucos eles vão entendendo que a brincadeira é ele buscar e trazer até você.

Bolinhas: Qual cão não gosta de pegar bolinhas, pois é, eu tenho 3 que não fazem isso de jeito nenhum, o que me lembra Hatchko, aquele Akita do filme Sempre ao seu lado, mas a maioria adora e isso é uma grande forma de exercitar seu amiguinho. Como fazer? O modo correto de ensinar um cachorro a buscar a bolinha é não correr e não “tomar” o brinquedo da boca dele. Tem que se evitar que a brincadeira de buscar a bola se torne um cabo-de-guerra entre você e seu cão. E esse comportamento é mais complicado de retirar do seu cão. Esse treinamento é dividido em três etapas.

como-ensinar-o-cachorro-a-bucar-a-bolinhaComo ensinar o cão ir atrás da bolinha.

Com um petisco em mãos, diga a palavra referente ao brinquedo e o encoste a bolinha no focinho de seu cão, e dê o petisco para ele. Repita esse ato várias vezes, até que o cão perceba que deve encostar o fucinho na bolinha ao ouvir o comando. Vá aumentando a distância gradativamente. Caso ele ignore o comando, repita do início. Comece a afastar a ponto do cão ter que se mover para alcançar a bolinha. Seu braço esticado pode ser uma distância ideal.
Se seu cachorro já entendeu direitinho o que fazer, você pode começar a arremessa-la. Assim que ele encostar na bolinha, parabenize-o e o recompense com um petisco.
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 Como ensinar o cão a pegar a bolinha.

Não acho que eu vá conseguir ensinar isso, mas existe outra dica para o seu cachorro pegar a bolinha, mas seria lindo conseguir isso não é mesmo? Quem conseguir, me manda fotos e me conte como que postarei aqui no Blog.

Os cães naturalmente pegam a bola como brincadeira. Esse passo é bem simples. Assim que você arremessar o brinquedo para o seu cachorro, parabenize-o apenas quando ele abocanhar a bolinha, mesmo que ele ainda não traga-a para você.

 

como-ensinar-o-cao-a-buscar-a-bolaComo ensinar seu cão a buscar a bola.

Comece a treinar o seu cachorro sempre com uma guia. Nesse treinamento NUNCA utilize coleira tipo enforcador. Jogue a bolinha perto de você e deixe-o abocanha-la, como visto no exercício anterior. Assim que ele o fizer, puxe-o gentilmente até você. Assim que ele chegar, faça-o soltar a bola pressionando sua língua para baixo com o dedo indicador. Assim que a bola for solta, encha o seu cão de carinhos e jogue a bola novamente. Repita até o momento em que o seu cão mostre interesse.  Caso ele desdenhe da brincadeira e não vá buscar a bola, simplesmente pare de brincar e GUARDE a bolinha. Não deixe seu cão brincar com ela sozinho.
Mas o que a minha Kim mais gosta é de um ossinho que tem um apito quando ela morde, ou um brinquedo muito barato que todo mundo tem em casa: Garrafa Pet, gente, ela se diverte muito correndo atras dessas garrafas, e eu me divirto vendo ela feliz.

Lauri Sandra
Fontes: Bitcão, comoadestrarseucao.





quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Lição de vida com minha cachorrinha Laika


Lição de vida com minha cachorrinha Laika


Parei para admirar minhas minhas gatas e cachorras e então percebi mais uma vez o quão diferente somos deles. Dias atrás, logo que voltei de Curitiba minha cachorrinha Laika, uma fox paulistinha que nasceu na minha casa, é minha neta vamos assim dizer, pois é filha da minha filhota Sany que desapareceu misteriosamente em 10 de Março de 2003, o que quase me deixou louca, pois era minha xodó, e apesar de ter me deixado a Laika ainda filhote ( a Laika nasceu no dia 22 de Janeiro de 2003), é um pedaço que ficou oco no meu coração que nunca mais será preenchido. 

Laika 1
A Sany era minha companheira, minha confidente, minha amiga, quando eu chegava em casa ela ficava em pé e andava na minha direção, eu ensinei ela a pedir benção,como antigamente fazíamos com os pais (eu faço isso até hoje). Pois bem, voltando a falar da Laika, ela correu atrás da Cisy, minha gata e bateu nela não sei porque, a Cisy só passou em frente a ela quando eu estava na janela, mas a Laika não é disso, ela só briga pra defender a comida, mas nunca me defendeu dos gatos, então e dei uma baita bronca nela, peguei a Cisy no colo, fiz carinho, olhei para ver se ela não estava machucada e brigei novamente com a Laika dizendo a ela que era muito feio o que ela fez. 

A Laika se encolheu toda, enfiou o rabinho entre as pernas e foi pra casinha dela, isso me doeu o coração, mas eu não podia fazer carinho nela, senão ela iria achar que podia bater nas gatas e não daria mais sossego a elas e nem a mim. Eu fechei minha janela e fui pra sala assistir. A Laika começou a uivar, ela não é de latir atoa, uivar, eu fui correndo pra ver o que ela tinha, e quando abri a janela ela tava lá, na janela, como se estivesse sorrindo pra mim, com os olhos cheios de lágrimas, abanando o rabinho esperando meu carinho. Pois é gente, eu não aguentei, puxei ela pela janela, abacei enchi ela de carinho, mas falei pra ela: – Laika, nada de bater em gatos entendeu, ela abaixou a cabeça e depois levantando os olhinhos com a língua de fora, puou no chão e foi brincar com a Cisy, pra me mostrar que já tinham feito as pazes. Parece mentira, mas nesse momento, eu percebi o quanto grandiosos eles são, pois tem pessoas com quem eu briguei que até hoje não olho na cara, e minha gata e minha cachorrinha fizeram as pazes em menos de 1 hora! Temos muito que aprender com eles.

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Primeiro hospital público para bicho já 'pede socorro'

PUBLICIDADE: LAURA CAPRIGLIONE DE SÃO PAULO
Soterrado pelo excesso de demanda, o primeiro hospital veterinário totalmente gratuito de São Paulo, no Tatuapé, zona leste, já deixa casos graves sem tratamento adequado, segundo proprietários de animais que acorreram ao serviço.
Inaugurado há dois meses e uma semana, o hospital foi implantado pela Prefeitura de São Paulo, a partir de convênio com a Anclivepa-SP (Associação Nacional de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais). Por mês, a prefeitura repassa R$ 600 mil para o hospital.
Luciana Aparecida Albino, 34, reclama: "Marcaram para esta quinta-feira a cirurgia para a extração do tumor de meu cachorro. Mas o médico não foi. Tão jovem o serviço, e já está parecendo o SUS".
Hospital para pets
Danilo Verpa/Folha
Gato é examinado no primeiro hospital totalmente gratuito para animais de São Paulo
Ainda único hospital veterinário público de São Paulo (segundo o vereador Roberto Tripoli, do PV, a ideia é criar um em cada região da cidade), o do Tatuapé avisa logo na entrada: "Serviço gratuito, destinado prioritariamente a animais de abrigos e à população de baixa renda cadastrada em programas como o Bolsa Família".
Para serem atendidos, 30 novos animais por dia, fora os casos de emergência, os acompanhantes humanos deles têm de ser aprovados no teste de pobreza, conduzido por assistente social.
O que seria uma forma de restringir a demanda -quem pode pagar que se dirija a veterinários privados- dá origem a um desfile dantesco de dores caninas e felinas.
"Já esperávamos que a procura fosse grande. Mas ninguém poderia imaginar que se materializaria aqui uma tamanha concentração de sofrimento", disse à Folha o veterinário Renato Tartalia, 48, diretor do hospital.
"É que, se os donos são pobres, os animais são pobres ao quadrado", teoriza a balconista Daniela Pedras, 32, dona de seis cães e três gatos.
Em vez de ração, são animais que comem restos de comida humana e sofrem, por isso, de dor de dente e gengivite, como humanos. Sem tratamento, os tumores já chegam supurados (ou quase). E os cachorros morrem de cinomose, apesar de haver vacina eficaz. Mas custa R$ 50, e os donos não têm.
Calcula-se que São Paulo abrigue algo como 4 milhões de cães e gatos, para uma população humana de 11,5 milhões de habitantes.
Não se sabe, porém, qual percentual desses animais vive "abaixo da linha de pobreza" ou em situação de risco.
Agora, pela primeira vez, com o hospital, aquilo que era um problema da vida privada ganha visibilidade.
"O que estamos vendo é uma catástrofe, que afeta tanto a vida de animais, quanto a de seus donos, que sofrem por eles", diz o doutor Tartalia. "É preciso investir mais."
Por mês, a meta é realizar 180 cirurgias e mil consultas. "Este hospital é o primeiro. Seria injusto, agora que ele existe para cuidar dos animais, responsabilizá-lo por todas as dores do mundo", defende a protetora Solange dos Anjos Moura Leite, 56.
Fonte: Folha















Animais de estimação também têm sentimentos que podem ser tratados com os Florais de Bach

Animais de estimação também têm sentimentos que podem ser tratados com os Florais de Bach

Animais de estimação são sensíveis como os seres humanos. Quem tem um amigo especial – seja cão, gato, pássaro, coelho ou outro qualquer – sabe que algumas situações podem afetar o humor e o bem-estar do animal, levando-o a adotar comportamentos anormais.
caozinho triste 01 Animais de estimao tambm tm sentimentos que podem ser tratados com os Florais de BachPara estresse, ansiedade e medo, melhor opção é o calmante natural, Rescue Pet.
Segundo estudos são muitos os sentimentos negativos que influenciam o animal. E, em muitos casos, a origem está no próprio dono. Por conviverem em ambientes urbanos, muitas vezes confinados e diretamente em contato com pessoas, desenvolvem sintomas e emoções muito semelhantes às humanas. E eles merecem atenção e ajuda.
Como não possuem contra-indicação, os Florais de Bach são opções seguras e eficientes para amenizar o sofrimento dos bichinhos. Ministrar Florais de Bach, neste caso, é muito fácil: basta pingar quatro gotas do Floral diretamente na língua do animal, quatro vezes ao dia, ou misturar na água ou comida a mesma quantidade. É importante trocar diariamente os alimentos e a água acrescidos do floral.
Assim como acontece com os humanos, o segredo para o sucesso do tratamento é analisar o comportamento do animal para dar a essência floral correta. Para condições persistentes, no entanto, recomendamos um exame veterinário profissional para evitar erros de diagnóstico.
A seguir, a educadora comenta alguns casos:
Estresse, ansiedade e medo
Conhecido como a “essência do resgate”, o Rescue® Pet pode ser considerado um apaziguador das emoções em situações de emergência ou estresse.
Pensando nos animais, ele pode ser utilizado antes de uma visita ao veterinário; para vencer o medo de barulho alto (fogos, trovões etc.); quando há latido, uivo ou rosnado excessivo; choque, trauma ou maus-tratos; adaptação à perda de um companheiro ou do dono; ansiedade da separação; adaptação a um novo ambiente (casa, canil, estábulo etc.); obsessão de limpeza (muito comum em gatos); lamber-se ou coçar-se constantemente, entre outros casos.
O Rescue® Pet é um floral que ajuda a enfrentar o momento aflitivo com mais equilíbrio. A essência, totalmente natural, atua diretamente sobre as emoções em desequilíbrio, proporcionando uma sensação de segurança e coragem. Ajuda, ainda, os animais de estimação a serem mais tolerantes com os outros animais.
O Rescue® em sua forma Original, já vem sendo usado com sucesso em animais de todas as espécies e portes, (diluído). A sensibilidade ao álcool, presente em alguns deles, fez surgir o Rescue® Pet – que não contém álcool em sua composição. Rescue® Pet pode ser utilizado por répteis; cães; gatos; cavalos; coelhos; pássaros e até peixes.
O uso é simples: basta adicionar quatro gotas na tigela de água ou na alimentação de seu bichinho de estimação. Em animais de porte maior, a dosagem deve ser aumentada em proporção ao peso. Rescue® Pet também podem ser esfregado diretamente no nariz, orelha ou pata do animal. Porém, antes de dar qualquer coisa para seu animal de estimação é sempre importante consultar o seu veterinário.
Em caso de separação do dono
O dono casou-se, viajou ou mudou-se para outra localidade e precisou deixar seu animal com a família ou mesmo com um amigo. No caso de a mudança ser temporária, ou seja, o dono voltará e continuará com o animal, é ideal ministrar o floral Chicory, que trabalhará o desapego do animal ao dono (o proprietário, inclusive, pode tomar o mesmo floral nessa situação).
Caso o dono não possa mais cuidar do animal, passando a visitá-lo com pouca freqüência, os florais indicados são o Mustard e o Walnut. O uso dos dois florais associados permitirá que o sentimento de tristeza profunda dê lugar à alegria (Mustard), e também que o animal adapte-se à nova situação (Walnut).
Em caso de falecimento do dono
Quando o animal perde seu dono e, então, é doado à outra pessoa, ele pode morrer de tristeza caso não seja dada a devida atenção a sua condição. Para esse caso, o floral indicado é o Star of Bethlehem, que faz com que o animal receba o consolo que esse floral proporciona.
Agressividade
Um animal que nunca foi agressivo e passa a atacar pessoas e outros animais, pode estar com ciúmes do dono. Para ele, o floral indicado é o Holly, que trabalha o sentimento do amor contrariado e dos ciúmes.
Animais com agitação em excesso
Animais extremamente agitados, irrequietos, que destroem a casa toda, andam de um lado para o outro podem ser tratados com o floral Impatiens, que ajuda a desenvolver a quietude.
Novo membro no convívio
Para que os animais aceitem um novo elemento no grupo – seja ele da mesma espécie ou não – é importante ministrar o floral Holly, que desenvolverá a aceitação.
Mudança de situação ou ambiente
Seu animal vivia dentro de casa, mas a chegada de um bebê fez com que ele fosse colocado em outro ambiente, como uma casinha no quintal. Para que ele não sinta rejeição, dê a ele o floral será necessário tratar o ciúme de posse com floral Chicory. Para que ele aceite bem a adaptação ao novo local, Walnut.
Mas o que é um Floral de Bach?
O médico inglês Edward Bach, na década de 30, descobriu um sistema universal de cura: os chamados Florais de Bach. A cura, neste caso, não era física, mas sim emocional, afinal, para ele a desordem dos sentimentos e emoções se refletia em malefícios no corpo – uma constatação, atualmente, muito fácil de entender.
Os Florais de Bach são 38 essências feitas a partir de plantas e florais, ‘gotinhas’ que ajudam as pessoas a administrar as pressões emocionais do dia-a-dia e as que surgem motivadas por alguma situação específica – perdas, traumas, etc. Com as emoções em ordem, é possível ter um corpo saudável, livre de qualquer mal.
Bach identificou 38 estados negativos da mente como medo, incerteza, solidão e desalento, entre outros. Para cada estado de ânimo ele encontrou uma planta e criou uma essência floral para tratá-lo.
A chave para receitar as essências é justamente reconhecer como a pessoa está se sentindo e verificar qual essência corresponde com o estado de espírito descrito. É o passo mais importante para equilibrar as emoções. São muitos os relatos de pacientes que, ao tomarem floral, conseguiram controlar seus sentimentos e passaram a aproveitar melhor a vida.
O sistema criado por Bach tem ainda outras vantagens: é totalmente natural, não é algo caro e não têm contra-indicação. Esta forma de tratamento tem sido utilizada, cada vez mais, por terapeutas e pessoas comuns que buscam o equilíbrio com a ajuda de métodos naturais.

AVISO IMPORTANTE: Antes de ministrar qualquer substância a um animal, consulte o médico veterinário.






























 

10 Promises to My Dog!! - 10 Compromissos com Meu Cachorro!

Este é um trecho de um filme japonês chamado 10 Promises To My Dog!


Infelizmente nossos amiguinhos de 4 patas vivem pouco tempo conosco e temos que aproveitar cada momento com eles e fazê-los felizes.

1. Escute pacientemente o que eu tenho para dizer!
2. Confie em mim. Estarei sempre cuidando de você!
3. Brinque muito comigo!
4. Nunca se esqueça que eu também tenho sentimentos!
5. Nunca vamos brigar, ok!!
6. Se eu não te obedecer é porque eu tive uma boa razão para isso!
7. Você tem a escola, você também tem seus amigos, mas eu só tenho você!
8. Seja sempre o meu melhor amigo, mesmo quando eu envelhecer!
9. Talvez eu não viva mais que 10 anos, assim enquanto estivermos juntos vamos aproveitar cada minuto!
10. Eu nunca esquecerei a vida que tivemos juntos e quando chegar a minha hora, por favor esteja ao meu lado!



AJUDAR É SEMPRE BEM VINDO

522392_528503017178110_533583740_nNa minha cidade tem um Grupo de Apoio aos Animais, eles tem feito o que podem para ajudar esses pobres animais indefesos, mas precisam de nossa ajuda da maneira como pudermos ajudar, materiais de construção, roupas, calçados,ou o que vocês tiverem que não usem mais e que possa ser vendido na feira que eles promovem para arrecadar fundos, ou até mesmo doações em dinheiro e divulgações de sua página no facebook www.facebook.com/gpa.valedoribeira, eu gostaria de poder ser voluntária lá, indo ajudar a  cuidar dos animais que são recolhidos, mas infelizmente tive a triste e desagradável notícia que estou com toxoplasmose no olho, e é uma mancha bem grande que pode ser reativada com o contado com as fezes de gatos e eu corro o risco de ficar cega, com uma filha de 1 ano de idade que está precisando muito de mm agora, pois também stá em tratamento médico não posso mais me arriscar. 
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Após 32 anos recolhendo animais que são abandonados por aqueles que os adotaram com o intuito de ama-los e protege-los e não tem a capacidade de encontrar um outro lar que possa ama-lo, jogam eles na rua como se fossem lixo que virão catar e jogar num aterro qualquer. É para que isso não aconteça que muitos precisam de ajuda. No dia 14 de Outubro, 2 dias após eu voltar de uma viagem a procura de médicos especialistas para minha filha, uma gatinha que sempre está passeando pela minha rua e vem junto com outros gatinhos comer a ração  tomar água limpa que deixamos todos os dias na garagem da minha casa, foi miar embaixo da minha janela, e a insistência dela, me fez pular da cama as 03:30 da manhã, ela estava dando cria, e estava com medo de fazer isso sozinha e na rua, veio pedir ajuda de quem ela sabe que gosta dela. Meu marido e eu tentamos várias vezes pega-la e deixar ela junt om as outras gatas que temos, mas ela sempre encontrou um jeito de escapar, ela é dócil e carinhosa, e está cuidando bem das 5 filhotas que teve, mas não deixa de escapulir pra rua de vez em quando. Eu não quero mais ver cenas como essas, da foto que irei postar aqui junto com as outras, mas acho que muitas vezes é vendo imagens que nos chocam, que nos fazem enxergar o quanto é importante que cada um de nós façamos a nossa parte em prol aos animais. É por isso que estou aqui, divulgando meu blog, pedindo que façam parte dele e me enviem notícias de animais que precisam de ajuda, e que vocês ajude ONG´s como a GPA – Grupo de Proteção Animal. Uma vez me falaram: Tanta criança precisando de ajuda e você se preocupa com animais? Bem eu digo aqui o que digo para quem me faz essa pergunta ridícula! Existe 1 lei para proteger os animais e um monte que protege as crianças, quando encontramos uma na rua, não podemos levá-las para casa porque estaríamos transgredindo umas tantas dessas leis e seríamos presos. Existem vários departamentos nacionais, estaduais e municipais de apoio a essas crianças, existem muita gente famosa com instituições e ONG´s para ajudar essas crianças, e eu também, quando posso, ajudo da forma como for possível, roupas e brinquedos que minha filha não usa, eu os doô em pleno bom estado de uso pra quem precisa, faço o que posso para quem precisa, ajudo quem quer ser ajudado e precise dessa ajuda, mas se faço isso pelo meu próximo, porque não posso também dedicar esse amor aos que também precisam e não sabem pedir? Seria hipocrisia dizer que amo os animais, que não os maltrato e não fazer nada para ajuda-los. Por favor ajudem como puderem, que s um dia precisarem, sei que a GPA estará lá para ajuda-los. Obrigada

Lauri Sandra


DSC05786Essas são as imagens de amigos nascendo e amigos morrendo: Vamos ajudar para que os amigos que nascerem, nasçam para um lar amoroso e os que morrerem, seja de velhice e não maus tratos.
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quinta-feira, 8 de novembro de 2012


ANIMAIS COM PARALISIA 

Foto: Webanimal

A lesão de ossos, músculos ou nervos, por traumas como quedas e atropelamentos, ou ainda, lesões nervosas provocadas por doenças infecciosas como a cinomose, podem provocar uma dificuldade de locomoção para os animais.

No caso de lesões nervosas, a dificuldade de se locomover pode ser parcial, ou seja, o animal sente os membros (reage à dor), mas tem dificuldade para andar, ou total, quando existe ou não sensibilidade nas patas, mas o animal não se locomove (paralisia). Normalmente, quando o animal não reage à dor por mais de 24 horas, a paralisia pode ser permanente. 
A paralisia de origem neurológica ocorre com freqüência nos traumatismos causados por atropelamentos, e em cães idosos que apresentam alterações graves na coluna, como hérnia de disco ou "bico de papagaio".
Esses animais são tratados com medicamentos, cirurgia (em alguns casos) e fisioterapia. Dependendo da lesão sofrida no sistema nervoso, o cão pode não voltar a andar. Associado a esse quadro temos a questão da incontinência urinária e fecal, ou seja, o animal pode perder o controle voluntário da urina e fezes, o que se torna um grande problema para o proprietário e motivo para a eutanásia em cães e gatos com paralisias irreversíveis.
Uma grande ajuda para animais em recuperação e para os casos de paralisia irreversível é o andador para cães e gatos.
O andador ortopédico desenvolvido por Médicos Veterinários e Engenheiros é indicado para animais que perderam parcial ou totalmente a movimentação ou força de sustentação dos membros posteriores (patas traseiras). Pode então atuar de forma fisioterápica até a recuperação do animal, ou de forma definitiva, quando a lesão é irreversível. Em casos que ocorram incontinência urinária ou distúrbios gastrintestinais, o andador pode ser utilizado de forma periódica, pois possui design avançado que permite ao animal urinar ou defecar sem que exista a necessidade de retirá-lo do mesmo.
Os proprietários agora têm a opção do não sacrifício dos animais com paralisia permanente, pois dispõem de um recurso que não causa sofrimento ao animal ou transtorno para o dono.
Renato Faria Sanches
médico veterinário (CRMV SP 8607)
Fonte: Webanimal

domingo, 4 de novembro de 2012

Barry Horne – Dedicou a Vida na Luta pelos Direitos Animais

Ativimo - Barry Horne - Mártir do Movimento dos Direitos Animais - Morreu no dia 05 de novembro de 2001.

Barry Horne

Um refuse collector (profissão sem tradução para o português – é algo como engenheiro sanitário, alguém que planeja ou faz pessoalmente o recolhimento ou a retirada de resíduos de embalagens para mandá-los para a reciclagem ou aterro, parecido com um gari), Horne interessou-se pelos direitos dos animais com 35 anos, quando sua segunda mulher, Aileen, o persuadiu a assistir uma assembléia de libertação animal. Depois de ver vídeos de testes feitos em animais, ele decidiu se tornar vegetariano e um sabotador de caças. Horne tornou-se ativo durante a primavera de 1987, no Northampton Animal Concern, que organizou uma incursão em um laboratório da Unilever e piquetes em frente à Beatties, uma loja de departamentos que vendia casacos de peles.
Ativismo na A.L.F. (Animal Liberation Front, ou Frente de Libertação Animal) e na A.R.M. (Animal Rights Militia, ou Milícia dos Direitos dos Animais)
Rocky, o golfinho
BarryHorne-with-Rocky1.jpgHorne começou a chamar a atenção pública em 1988, quando tentou salvar Rocky, um roaz corvineiro (uma das mais comuns e conhecidas espécies de golfinho) capturado em 1971 em uma região no oeste do estado americano da Flórida, a Florida Panhandle. O golfinho foi mantido durante 20 anos – sozinho, durante a maior parte do tempo - em uma pequena piscina de concreto na Marineland, uma parte do Resort Urbano conhecido como Morecambe (esse resort fica na cidade de Lancaster, no distrito de Lancashire, na Inglaterra).
Horne, juntamente com outros quatro militantes, planejou mover Rocky, que pesavaBarryHorne-with-Rocky2.jpg aproximadamente 113 quilos, a partir da piscina para o mar, usando uma escada de mão, uma rede, uma maca feita em casa e um Mini Metro (um minicarro) alugado.
Horne e seus amigos já tinham visitado o aquário dos golfinhos - o golfinário - secretamente à noite, ocasião em que entraram na piscina com o golfinho em um esforço para conhecê-lo. No entanto, na noite da ação, quando chegaram à piscina com o seu equipamento, eles perceberam que a logística da operação estava além da sua capacidade, e saíram do local sem Rocky. Uma viatura da polícia parou-os no caminho de volta para o carro, que continha uma grande maca para golfinhos para a qual, conforme um dos próprios ativistas disse, "nós não tínhamos nenhuma explicação legítima." Depois de cinco dias de julgamento, eles foram condenados por conspiração para roubar o animal. Barry Horne, Jim O'Donnell, Mel Broughton, e Jim Buckner foram multados em 500 libras (aproximadamente R$1.900,00), e para Horne e Broughton foi dada uma pena adicional de seis meses, que acabou sendo suspensa.
Horne e os outros continuaram em sua missão de libertar Rocky, e em 1989 lançaram a Campanha Golfinário Morecambe, fazendo piquetes no golfinário, entregando panfletos aos turistas, e organizando comícios e lobbies na câmara municipal. Depois de parar de ganhar dinheiro com a venda de entradas, a gestão de Marineland finalmente concordou em vender o golfinho por 120.000,00 libras esterlinas (aproximadamente R$ 456.000,00), dinheiro que os ativistas levantaram com a ajuda da Fundação Born Free e do jornal britânico Mail on Sunday que, em 1990, lançou a campanha "Into The Blue" para liberação dos golfinhos em cativeiros britânicos. Em 1991, Rocky foi transferido para uma lagoa de 80 hectares em uma reserva nas Ilhas Turcos e Caicos (territórios britânicos no mar do caribe) e, em seguida, liberado. Dentro de dias Rocky foi visto nadando com um bando de golfinhos selvagens.
Peter Hughes, da Universidade de Sunderland, cita a campanha de Horne como um exemplo de como promover uma campanha sobre direitos dos animais criando uma mudança paradigmática de perspectivas no Reino Unido, no sentido de que os golfinhos, após a campanha de Horne, passaram a ser vistos como "atores individuais" que devem ser vistos em seu ambiente selvagem pelos turistas que querem interagir com eles. Como resultado, escreve Hughes, agora não existem mais golfinhos em cativeiro no Reino Unido.
Invasão na Harlan Interfauna
Juntamente com Keith Mann e Danny Attwood, Horne foi parte de uma pequena célula250px-Hornebeagles.jpg da A.L.F. que invadiu a Harlan Interfauna - uma empresa britânica de Cambridge que fornece animais e órgãos de laboratório - em 17 de março de 1990. Os ativistas entraram na unidade animal da Interfauna através de furos no telhado vazado, removendo 82 cães da raça Beagle e 26 coelhos. Eles também retiraram documentos que listavam os nomes dos clientes da Interfauna, entre os quais estavam a Boots (Boots Company PLC, cadeia de farmácias presente em todo o Reino Unido), a Glaxo (GlaxoSmithKline plc, compania farmacêutica, biológica e de cuidados com a saúde em geral), a Beechams (outra compania farmacêutica), o Centro de Investigação de Huntingdon (empresa contratada para realizar testes em animais), bem como uma série de universidades.
Um veterinário que apoiava a A.L.F. removeu tatuagens que os cães resgatados traziam nas orelhas, e eles foram espalhados por novas casas em todo o Reino Unido. A partir de indícios encontrados no local invadido e nas casas dos ativistas, Mann e Attwood foram condenados por conspiração para assalto, e em seguida condenados a nove e a dezoito meses, respectivamente.
Invasão no Exter College
Horne integrou um grupo de manifestantes que atacou uma Conferência sobre Pesquisa m Animais, realizada no Exeter College, em Oxford. Depois de lutar com a polícia para entrar no salão em que era realizada a conferência, eles derrubaram mesas e esmagaram 50 garrafas de vinho Claret. Horne e cinco outros foram acusados de “desordem violenta”.
A atitude de Horne pareceu endurecer na prisão. Em junho de 1993, ele escreveu no Support Animal Rights Prisoners Newsletter:
“Os animais continuam a morrer e as torturas passam a ser maiores e a acontecer em maior escala. As pessoas reagem a esta situação? Mais hambúrgueres vegetarianos, mais Special Brew[1] e mais apatia. Já não há nenhum Movimento de Liberação Animal. Eles morreram há muito tempo. Tudo o que restou são muito poucos ativistas que se importam, que entendem e que agem... Se você não agir, então você tolera. Se você não luta, então você não ganha. E se você não ganha, então você é responsável pela morte e pelo sofrimento, que vai aumentar e aumentar.”
Firebombing[2] e detenção
De acordo com relatos, após sua libertação em 1994 Horne começou a trabalhar como uma célula humana clandestina. Keith Mann escreveu que a natureza do interesse policial em ativistas dos direitos dos animais era de tal ordem que trabalhar sozinho era mais seguro e, de qualquer maneira, Horne era um homem reservado, feliz em sair sozinho e fazer coisas, feliz por ser ele mesmo a colocá-las.
Uma série de ataques noturnos de firebombs usando dispositivos incendiários de fabricação caseira ocorreram ao longo dos dois anos seguintes em Oxford, Cambridge, York, Harrogate, Londres, Bristol, bem como em Newport e Ryde, localidades da ilha inglesa “Isle of Wight”. Os ataques tinham como alvo filiais da Boots, da Halfords, bem como lojas que vendiam produtos de couro e lojas beneficentes em prol de pesquisas sobre o câncer. Alguns dos ataques foram reivindicados pela A.R.M., que abrigava ativistas menos dispostos a respeitar a política de não-violência da A.L.F.
Mann escreve que não era necessário ser um gênio para deduzir que Horne tinha algo a ver com os ataques. Isso porque pouquíssimos ativistas concordavam com a implantação de dispositivos incendiários, e Horne era conhecido por ser um daqueles extremamente dedicados que o faria. Os policiais foram, portanto, observando-o de perto. De acordo com Mann, Horne sabia que seria capturado, mas ele viu o ativismo dos direitos dos animais como uma grande guerra, e ele estava disposto a se tornar uma baixa.
Horne acabou sendo preso em julho de 1996 após plantar dois dispositivos incendiários no Shopping Broadmead, em Bristol – o primeiro em uma loja de caridade e o segundo na British Home Stores - ambos programados para explodir a meia-noite. A Polícia encontrou outros quatro dispositivos em seu bolso.
18 anos de pena
O julgamento de Horne por incêndio culposo começou seis semanas após o final da segunda greve de fome, no dia 12 de novembro de 1997, na Corte Judicial de Bristol. Ele se confessou culpado quanto aos dispositivos plantados em Bristol, mas negou envolvimento nos ataques ocorridos na ilha de Wight. Apesar de não haver qualquer evidência direta que ligasse Horne com os incidentes na ilha, a acusação alegou que os dispositivos utilizados com sucesso em Bristol e na Ilha de Wight eram tão semelhantes que Horne deveria ser considerado como responsável pela autoria de ambos. Ele foi identificado em outras 14 manifestações, mas não respondeu por nada em nenhuma delas.
Embora o tribunal admitisse que Horne não tencionava matar ou ferir alguém, o Juiz Darwall-Simon Smith descreveu-o como um "terrorista urbano" e, em 5 de dezembro de 1997, proferiu uma sentença que condenava Horne a 18 anos de pena, a mais longa já dada a qualquer ativista dos direitos animais.
Graças à semelhança entre os dispositivos utilizados em Bristol e na Ilha de Wight, Horne também foi acusado de causar prejuízos estimados em 3 milhões de libras (aproximadamente R$ 11.424.560,00) destruindo um ramo das farmácias Boots, em Newport, no ano de 1994, porque a empresa testava seus produtos em animais. Ele ainda foi acusado de atear fogo em lojas de departamento da ilha que vendiam casacos de peles. No seu julgamento, ele admitiu as acusações sobre o que ocorreu em Bristol, mas negou envolvimento nos atentados na ilha de Wight, cuja autoria havia sido reivindicada pela A.R.M. Robin Webb, da acessória de imprensa do Animal Liberation, escreve que ele próprio por pouco escapou de uma conspiração que o acusou de ser o autor dos mesmos incidentes.
Greves da fome
Primeira: 35 dias
Em 6 de janeiro de 1997, depois de estar preso já há seis meses pelos ataques com os dispositivos incendiários como um prisioneiro de categoria A, Horne anunciou que iria recusar todo alimento ao menos que o governo conservador de John Major se comprometesse a retirar o seu apoio à experimentação animal em um prazo de cinco anos. Como o partido trabalhista foi apontado como provável vencedor das eleições que se aproximavam – e que foram realizadas em maio de 1997 -, Horne terminou sua ação no dia 09 de fevereiro, após 35 dias sem comida, quando Elliot Morley, então porta-voz do partido trabalhista sobre o bem-estar dos animais, escreveu que "o partido trabalhista está empenhado em reduzir, e em eventualmente por fim, a vivisseção."
A greve de fome deflagrou um aumento nas ações ativistas em prol dos direitos dos animais, incluindo: a remoção de gatos da fazenda Grove Hill, em Oxfordshire, que criava gatos para laboratórios; danos ao Centro Harlan de criação de animais e remoção de cães beagle do Canil Consort; a destruição de sete caminhões da granja Buxted em Northamptonshire; um bloqueio do porto de Dover e pesados danos a um McDonalds da cidade; e a remoção de coelhos que eram criados para vivisseção na Homestead Farm.
Segunda: 46 dias
A segunda greve de fome teve início no dia 11 de agosto de 1997. O objetivo de Horne era fazer com que o novo governo trabalhista retirasse todas as licenças de experimentação animal dentro de um período de tempo a ser estipulado. Houve um outro aumento no número de ações ativistas, apoiando-o. Em 12 de setembro de 1997, protestos foram realizados em Londres e Southampton, no Reino Unido, em Haia, em Cleveland, Ohio, e na Universidade Umeå, na Suécia, onde ativistas tentaram atacar os laboratórios da universidade. Quatrocentas pessoas marcharam na Fazenda Shamrock, uma instalação que abrigava primatas perto de Brighton, trezentas no Laboratório Wickham, uma instalação experimental, e foram feitos piquetes nos escritórios do Partido Trabalhista, bem como na casa de Jack Straw, o Secretário de Estado. Ativistas montaram acampamento em frente ao Huntingdon Life Sciences na A1, em Cambridgeshire, cavando túneis subterrâneos para dificultar seu despejo. O Newchurch Guinea Pig Farm foi invadido em setembro e 600 cobaias foram removidas.
Horne terminou a greve de fome em 26 de setembro, após 46 dias sem comer, quando Lord Williams de Mostyn, então ministro do Home Office e mais tarde procurador-geral, entrou em contato com os partidários de Horne e propôs fazer negociações entre eles e o governo. Esta foi a primeira vez que um membro do governo concordou oficialmente em falar com o movimento de libertação animal, o que foi visto por Horne e seus partidários como um importante passo a diante.
Terceira: 68 dias
A demanda de Horne e as negociações com o governo
A mais longa greve de fome de Horne começou em 6 de outubro de 1998 e terminou 68 dias mais tarde, no dia 13 de dezembro. Ela trouxe a questão da experimentação animal para o primeiro plano da política britânica, enquanto a deterioração da condição física de Horne virou assunto para manchetes por todo o mundo, a medida em que ativistas diziam que as divisões também deveriam morrer, lançando ameaças de morte contra vários cientistas.
Desta vez, as exigências de Horne eram extensas e específicas. Ele exigiu o fim da concessão de licenças que autorizavam experiências em animais, e a não renovação das licenças em curso; a proibição de toda vivisseção feita com finalidades não-médicas; um compromisso para acabar com todas as vivisseções em 6 de janeiro de 2002; um fim imediato em toda experimentação animal na instituição de defesa em Porton Down; e o fechamento do Animal Procedures Committee, um órgão consultivo do governo que Horne considerou como um "patrocínio do governo que leva a diante a indústria da vivisseção."
Ele emitiu uma declaração, que continua a ser citada pelo movimento como um grito mobilizador:
A luta não é para nós, nem para os nossos desejos e necessidades pessoais. É para cada animal que tenha alguma vez sofrido e morrido nos laboratórios de vivisseção, e para cada animal que vai sofrer e morrer nesses mesmos laboratórios a menos que nós terminemos com esse negócio diabólico agora. As almas dos mortos torturados clamam por justiça, o grito da vida é pela liberdade. Nós podemos criar essa justiça e nós podemos entregar essa liberdade. Os animais não têm ninguém, apenas nós. Nós não vamos desapontá-los.
Keith Mann escreve que, desta vez, Horne achou a greve de fome mais rígida, talvez por causa dos danos físicos causados pelas duas primeiras. Ele estava na ala D na prisão de Full Sutton inicialmente, e depois, no décimo dia sem comer, foi deslocado para a ala hospitalar, onde ele foi, conforme relatado, colocado na "cela greve da fome", sem WC ou lavatório, com apenas uma cadeira e uma mesa de papelão. Ele foi transferido para uma cela normal após pressão dos seus defensores. Ele leu a extremunção no quadragésimo terceiro dia, depois de ter perdido 25 por cento de sua gordura corporal.
O governo trabalhista recusou-se a ceder publicamente àquilo que chamou de chantagem e disse que não iria negociar com Horne ou seus partidários, mas reservadamente manteve conversações com eles. O membro do parlamento Tony Clarke, visitou Barry na prisão no dia 12 de novembro para negociar um outro encontro entre os partidários de Horne e o Home Office, que aconteceu dia 19 de novembro, depois de 44 dias de greve. Após a reunião, Horne divulgou uma declaração dizendo que nada de novo havia sido oferecido, e que sua greve de fome iria continuar. Ele então reduziu suas exigências pedindo uma Comissão Real sobre a experimentação animal, que o Partido Trabalhista tinha dito que constituiria se fosse eleito.
No 46º dia de greve ele foi transferido para o General Hospital de York, sofrendo de desidratação depois de ter passado a semana vomitando. Até o 52º dia, conforme relatado, ele sofreu várias dores, encontrava problemas para enxergar, e corria perigo de entrar em coma. De acordo com Mann, os partidários de Horne foram levando-lhe gravações das conversações com o governo, nas quais ele mostrava dificuldades em se concentrar. Mann escreve que Horne decidiu tomar um pouco de suco de laranja e chá com açúcar por três dias, a fim de evitar o coma, de forma que ele pudesse compreender as negociações. Isto mais tarde induziu a mídia a referir-se à greve de fome de Horne como uma fraude.
Ativismo em apoio ao Horne
Houve uma resposta internacional de ativistas, em apoio a Horne. Em York e Londres protestantes fizeram vigília do lado se fora do Hospital, e em frente à Casa do Parlamento em Westminster segurando velas, cartazes e fotografias de Horne. Às vezes, ao grupo se juntava Alan Clark, um membro “exibicionista” do parlamento, integrante do partido conservador e defensor dos direitos dos animais, o único membro do parlamento a oferecer ao movimento algum apoio público durante o protesto.
Em 24 de novembro, na cerimônia pública de abertura do Parlamento, ativistas soltaram um banner de apoio a Horne em frente ao carro oficial da Rainha, enquanto este a levava para dentro da Casa do Parlamento. Pouco depois, dois ativistas estacionaram um carro no final da Downing Street, cortaram os pneus e, utilizando D-locks para amarrarem a si próprios pelo pescoço ao volante, enquanto manifestantes protestavam nas proximidades.
Ativistas marcharam nos laboratórios BIBRA no sudoeste de Londres e em uma Fazenda de martas em Dorset. Na Finlândia, 400 raposas e 200 racuns foram libertados de uma fazenda de peles. Os escritórios da Research Defense Society em Londres foram atacados. Manifestações foram organizadas ao lado de fora de embaixadas e consulados britânicos ao redor do mundo, laboratórios sofreram ataques e edifícios governamentais sofreram piquetes.
Ameaças de Morte
Quando a morte de Horne parecia provável, a A.R.M. emitiu uma declaração através de Robin Webb, do Animal Liberation Press Office, ameaçando assassinar quatro cientistas cujos nomes foram divulgados e outros seis que não foram nomeados, caso Horne morresse.
Os alvos mencionados foram Colin Blakemore, um cientista britânico que estudava a visão; Clive Page, do King's College de Londres, um professor de farmacologia pulmonar e presidente do Grupo de Ciência Animal da Federação Britânica de Biociência; Mark Matfield, da Research Defense Society; e Christopher Brown, proprietário da Fazenda Hillgrove, em Oxfordshire, que estava criando gatinhos para laboratórios.
Para aqueles cujos nomes estavam na lista da A.R.M. foi dada imediata proteção policial que, em alguns casos, durou anos. O professor Clive Page disse à BBC que ele estava na Itália quando ouviu o seu nome na lista. Ele teve de regressar a casa para explicar a situação à sua família. "É difícil dizer aos nossos filhos: o papai vai ser assassinado'", disse ele. A polícia instalou escutas telefônicas em sua casa ligando-as diretamente à Special Branch[3], ele foi aconselhado a fazer todos os dias rotas diferentes para ir ao trabalho, e ele teve que falar com as escolas dos seus filhos sobre a possibilidade de rapto. "Fiquei chocado que as pessoas deste país fariam isso contra alguém que está trabalhando efetivamente para tentar compreender as doenças humanas", disse ele.
A Special Branch também reforçou a vigilância a militantes e, em especial, a Robin Webb.
Robin Webb e o Canal 4
Enquanto Horne se aproximava de seu sexagésimo dia sem alimentação, cenas de um filme lançado por uma produtora independente foram mostradas no programa Dispatches do Channel 4. Os produtores do filme filmaram secretamente Robin Webb marcando encontros com um indivíduo que disse a Webb que queria organizar um bombardeio, mas que na verdade trabalhava secretamente para a equipe de produção. Na filmagem, Webb apareceu oferecendo conselhos sobre como fazer uma bomba. Quando o Canal 4 exibiu o documentário, Webb dispôs-se a discutir a violenta ação causada pela Frente de Libertação Animal, por ser firmemente ligado na mente do público com a Milícia dos direitos dos animais (A.R.M.).
Levado de volta à prisão
Perto do 63º dia, Mann escreve que Horne ficou surdo de um ouvido, cego de um olho, seu fígado estava morrendo, e ele estava sofrendo de dores consideráveis. Uma reunião foi marcada pelos seus partidários no 66º dia, a tarde, para mostrar-lhe documentos enviados por fax pelo Home Office[4], relativos a possíveis ofertas que o governo estava disposto a fazer. Como ele estava muito perto da morte foi combinado que, se houvesse algum conteúdo substancial entre todas as ofertas, mesmo que remotamente, Horne poria fim à greve.
Cedo, na manhã de 10 de dezembro de 1998(o 66º dia), sem qualquer aviso prévio aos seus partidários ou familiares, Horne foi transferido do hospital de volta para a prisão de Full Sutton. O Home Office explicou que, uma vez que ele se recusava a aceitar tratamento, não havia necessidade de mantê-lo no hospital. Mann escreve que ele tinha alucinações e não conseguia mais se lembrar por que estava em greve de fome.
Fim da greve de fome
Existem duas versões sobre o porquê de Horne ter terminado a greve de fome. Mann escreve que Horne calou-se sem explicações dois dias depois de ser transferido de volta para a prisão, e foi rapidamente devolvido ao hospital. Seus amigos suspeitavam que algo aconteceu com ele durante os dois dias em que esteve de volta a Full Sutton, fora de contato com eles. Mann escreve: "O que quer que tenha acontecido com ele entre a saída do hospital e o retorno à prisão talvez nunca seja descoberto, mas todos aqueles próximos a ele suspeitavam que algo aconteceu, depois do que ele nunca foi o mesmo novamente."
A mídia informou que um membro do parlamento filiado ao partido trabalhista, arranjado por Michael Banner, o presidente da Comissão de Procedimentos em Animais (Animal Procedures Committee) concordou em estar presente em uma reunião com Ian Cawsey, o cabeça do Grupo Parlamentar Multipartidário sobre o Bem-Estar Animal, para discutir as práticas na experimentação animal no Reino Unido. Isto teria sido interpretado por Horne como uma concessão por parte do governo, e ele concordou em voltar a comer novamente em 13 de dezembro de 1998.
A resposta da mídia britânica ao final da greve de fome foi hostil. Os jornais focalizaram o período em que Horne bebeu suco de laranja e chá, dizendo que a greve de fome no todo tinha sido uma fraude. Mann escreveu que os meios de comunicação transformaram os três dias em que Horne tentou estabilizar sua condição com pequenos goles de líquido doce em “68 dias de festa”.
Morte
Hornefuneral.jpg Horne não recuperou sua condição física ou, ao que parece, sua saúde mental. Mann escreveu que ele continuou a fazer inúmeras greves de fome na prisão, sem qualquer estratégia coesa e com pouco apoio. A coisa chegou a um ponto, disse Mann, em que ninguém exceto os guardas sabia se ele estava comendo ou não. Ele morreu de insuficiência hepática em 5 de novembro de 2001, dentro de 15 dias depois de iniciar sua última greve da fome.
A reação hostil da mídia continuou após a sua morte. Kevin Toolis escreveu no The Guardian: "Na vida ele foi um ninguém, um gari fracassado que virou firebomber. Mas em morte Barry Horne irá tornar-se o primeiro mártir da verdade do mais bem sucedido grupo terrorista que a Grã-Bretanha já conheceu, o movimento dos direitos dos animais."
Ele foi enterrado em sua cidade-natal, Northampton, sob um carvalho em um bosque no cemitério, vestindo uma camisa do time de futebol da cidade de Northampton. Setecentas pessoas compareceram ao serviço fúnebre pagão e acompanharam o caixão por toda a cidade, carregando um banner que dizia: "Trabalhistas mentiram, Barry morreu".

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

 

Dia Mundial Vegano - 01 de Novembro

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Estabelecido em 1994 por Louise Wallis, então presidente da “Vegan Society” (Sociedade Vegana) da Inglaterra, a mais antiga instituição vegana do mundo, o Dia Mundial Vegano é comemorado ao redor do mundo sempre no primeiro dia de novembro. Em 2012, o termo “vegan” – em português, “vegano” – completa 68 anos. Ele foi criado por Donald Watson, em 1944. Na época, Donald pegou as 3 primeiras e as 2 últimas letras da palavra “vegetarian” (vegetariano, em inglês) para formar uma nova palavra, que designaria, dali em diante, aquelas pessoas que quisessem levar o vegetarianismo para além da dieta.

De fato, os veganos recusam todo produto ou serviço que seja obtido através do sofrimento dos animais. É uma forma de viver que traz muito mais saúde e consciência tranquila às pessoas que, de alguma forma, se sentem culpadas por terem financiado os matadouros em algum momento de suas vidas. Os veganos também recusam produtos obtidos com exploração humana, já que também somos animais, embora muitas vezes esqueçamos disso. Por este motivo, empresas que manipulam regras trabalhistas ou que efetivamente escravizam seus funcionários estão fora da lista de compras de uma pessoa que segue a filosofia de vida vegana. Fonte: Vista-se - www.vista-se.com.br