Tenho amigas para doação, são leais, amorosas e muito brincalhonas, fazem palhaçada todos os dias e me fazem rir muito, ms tem um grande problema, não tenho onde coloca-las e nem tenho mais como cuidar delas pois estou com uma doença no olho que me impede de brincar com elas e dar o carinho que elas merecem.
Minha irmã estava cuidando delas para mim, mas ela não pode mai vir, pois tem a vida dela mesma para cuidar, e eu estou fazendo o melhor que posso enquanto não consigo quem queira cuidar delas.
Preciso muito mesmo que quem queira cuidar delas, ame-as do mesmo jeito que eu as amo, e tenham com elas o mesmo carinho, ou melhor, que dediquem mais amor a elas, pois elas merecem.
Abaixo uma fotos de cada uma delas e suas manias:
Essa é a Preta, eu a encontrei com mais 3 irmãos, ela era a única fêmea entre eles e foi jogada num terreno baldio ainda filhote, ela está comigo há quase 3 anos, ela é muito brincalhona, se colocar um brinquedinho numa ponta de uma vara, ela irá pular para pega-lo, correr atrás se você arrastar o brinquedinho, se você quiser um momento de carinho, é só acariciar a barriga dela ou sua cabeça que ea fica ronronando em agradecimento.
Ale… criatura impressionante, vive pelos cantos, não creio que alguém vai querer o desafio de conquista-la, ela é quieta, fica no canto dela, mas na hora da brincadeira com as outras, ela se junta de curiosidade e vai brincar, mas sem dar muita corda pra gente

Kakau, essa sim é uma figurinha, minha sobrinha encontrou ela na rua, Karlla, por isso dei o nome de Kakau. Ela já teve uma cria que eu postei aqui, seus filhos foram todos doados, ela não é castrada, mas onde ela fica não tem mais machos, ela só pegou cria porque eu salvei um gato de atropelamento e achei que como ele estava arrastando as patas traseiras não teria problema. Bem, não foi bem assim que aconteceu, o filho da mãe conseguiu pegar 4 gatas, mas a maioria dos filhotes morreram. A Kakau é bem sossegada, ela agora carinho, gosta de roçar na perna da gente, adora um cafuné e ficar no colo. Mas se você deixa-la num lugar só dela, ela também vai respeitar e ficar lá, quietinha até que você a chame, as vezes, tenho a impressão que ela entende tudo que eu falo.

Essa é a Ela, nasceu a Alê e depois nasceu ela. A Ela foi castrada, foi uma das gatas que o gato atropelado conseguiu emprenhar, mas não chegou a nascer nenhum, tive que leva-la para a veterinária tirar os filhotes, e estavam mortos, eu nem sabia que ela estava prenha, pois não estava indo ao gatil (na verdade não é um gatil, é um corredor que fechamos para coloca-las lá enquanto o gatil não ficava pronto), não sei porque, mas contra a orientação médica, nesse dia eu senti a necessidade de ir vê-las, e quando a vi, deitada, respirando ofegante num cantinho, eu tive a impressão que ela estava morrendo, mas a veterinária a salvou, pena que seus filhotes não deu tempo. É por isso que decidi doá-las, não que minha irmã ou meu marido não tenham cuidado, mas nada nem ninguém consegue substituir o cuidado que nós temos quando nos dedicamos. Preciso de alguém que queira se dedicar. A Ela é a mais delicada de todos, é muito carinhosa, muito companheira, e me dói não poder abraça-la do jeito que ela gosta. Ela tem uns olhos azuis lindos que me olham pedindo colo e eu saio correndo pra não chorar.

Essa é a Lua. Dei esse nome porque quando ela nasceu, ela tinha uma mancha de uma meia lua na testa que sumiu quando ela cresceu, e ficou toda branca. Essa é irmã da Ela, filhas da Cisy (vou falar dela aqui também), Eu não sei o que aconteceu com a Lua. Um dia deixaram o potão aberto e ela fugiu, eu morava no Caiçara II, procurei desesperadamente por 2 semanas! Chorei, perdi as esperanças e um dia, levantei da cama de um pulo porque sonhei que ela estava escondida num buraco num terreno baldio atrás da minha casa, fui até lá e a encontrei num tronco de uma árvore, tinha um buraco no meio. Foi difícil pega-la, ela ficou 2 semanas na rua e ficou muito arisca, até hoje ela não se aproxima de mim, e há alguns dias atrás fui no “gatil” para vê-las e tive a impressão que ela está cega, é complicado, porque não consigo pega-la para levar no veterinário, essa vai ser difícil doar. Há não ser que alguém ame muito mesmo e queira cuidar dela, eu acho que é só comigo que ela ficou assim, porque eu corri muito atrás dela e joguei uma jaqueta em cima dela pra poder pega-la e leva-la de volta para casa, desse dia em diane, ela nunca mais se aproximou de mim.
A de cima é a Alê, e a debaixo é a Luna, filha da Kakau com o Nick, um gato angorá que era da minha sobrinha Allany e desapareceu no Caiçara II. A Luna é brincalhona, amorosa, carinhosa e adora um cafuné atrás das orelhas. Ela também teve uma cria com o gato atropelado, mas não sei se é um problema com o gato, pois os filhotes viveram pouco, ela não quis eles assim que nasceram, foram 3, a Cisy que estava com cria dele, adotou , mas não tinha leite suficiente pois ela tinha 4, no fim, sobreviveram duas gatinhas por mais tempo e Cisy cuidou delas, mas infelizmente não vingou nenhuma.
Cisy, a mais velha de todos, tem 5 anos, foi a primeira gatinha, eu estava chegando em casa no Caiçara, quando ouço um monte de cachorros latindo, ela veio correndo para mim e me escalou, pequenininha, filhotinha, acho que tinha uns 2 meses, aqueles cachorros pulando em volta de mim e eu os expulsando corri pra dentro de casa, arrumei um lugar pra ela dormir no lavabo no andar de baixo e quando acordei, ela estava aninhada nos meus pés. Eu ia procurar um dono pra ela, mas nao conseguimos, ela simplesmente conquistou a mim e ao Júnior, foi criada dentro de casa com a gente. Odeia que grite Boca perto dela, por causa do Boca Júnior, no dia que o São Paulo perdeu, o Júnior gritava booooca, pra me atentar e ela gritava com ele, pulava no colo dele e ficava miando brava pra ele parar. Ele deitava na cama enquanto eu estava no computador e ela abraçava ele olhando pra minha cara. Gente, ela abraça a gente literalmente, passa os bracinhos em volta do pescoço e dá aquela cafungada no pescoço da gente, depois se aninha no colo e dorme. Agora ela fica lá fora com as outras gatas por causa da Cecília e de mim, não posso mais ficar perto dela, dar toda essa atenção e isso me dói mesmo. Não sei mesmo se conseguirei doa-la, aliás, tenho medo que ela morra de tristeza ficando longe de mim,pois todos os dias abro a janela e ela vem correndo pra me ver, converso com ela, faço um carinho e ela volta pra fora.
Agora tem essa gata, ela não tem um nome, mas passei a chama-la de menina. Dia 12/10, cheguei de Curitiba onde fiquei 10 dias com minha filha fazendo exames e essa gatinha estava no meu quintal, no dia 14/10 as 3:50 da manhã, ela foi embaixo da janela do meu quarto e começou a miar, então fui ver o que era e ela estava ganhando seus filhotes. Corri, peguei uma caixa coloquei ela com cuidado e levei para um banheiro que fica do lado de fora, na área de serviço, e a ajudei a ter seus filhos, 5 meninas, que estão agora com 2 meses e precisam de um lar, vocês já viram que estou doando as minhas gatas e essas a mãe que não para no meu quintal, vive saindo por cima do muro e por cima da casa, já está chamando suas filhas para acompanha-las. Me disseram que pessoas queriam as filhotes, mas até agora ninguém entrou em contato comigo, por favor pessoal, elas são filhotes ainda, eu não quero deixa-las na rua, elas são lindas, precisam de um lar.








Na verdade cada uma delas vai ser difícil, mas vai ser para o bem delas, pois com esse problema no olho se eu continuar com elas, posso ficar cega, e não tenho mais o tempo que eu tinha antes da Cecília nascer, desde o dia 11/12/12, sou eu quem estou cuidando delas, vou lá fora, troco água, dou comida, lavo o quintal, lavo s vasilhas, e contando com meus cachorros que são 6 e o Pepito que fica separado e tenha que lavar o outro lado do quintal, fico 3 horas cuidando deles todos os dias, e minha filha fica com minha mãe, mas quando minha mãe em que sair, não tenho como cuidar deles, pois não posso deixar minha filha sozinha, então espero meu marido chegar do trabalho, mutas vezes tarde da noite pra ir lá fora cuidar delas. Estou desempregada agora também, então as despesas delas ficou por conta de meu marido, e eu não acho isso muito justo, tendo Cecília com tantas necessidades também. Por favor, peço que quem queira cuidar dessas meninas, entrem em contato comigo.
Meu nome é Lauri Sandra e meus telefone são: fixo (13) 3821-5003 – vivo: 97264809 e tim: 81823769.
Obrigada e que Deus abençõe. Quem não puder receber nenhuma dessas meninas, me ajude divulgando essa notícia no meu blog, e também divulgando meu blog, vocês me ajudam ganhar dinheiro para cuidar delas.
Lauri Sandra